“Estou supercontente com o convite do Paul Gentilozzi, que gostou da experiência que já teve comigo. Já se passaram vários meses desde a corrida nas ruas de Long Beach e isso talvez me atrapalhe um pouco em relação à readaptação com o carro, mas estou feliz e confiante para mais esse desafio”, avalia.
Pizzonia participou da etapa de abertura da Fórmula Indy, em Long Beach, e terminou na décima colocação, melhor resultado da equipe na temporada. No entanto, o holandês Nick Pastorelli foi confirmado no lugar do brasileiro e participou das dez provas seguintes.
Pizzonia tem acompanhado o desempenho da Rocketsports ao longo da temporada, e sabe que o time tem encontrado dificuldade nos pisos que tem muita ondulação, o que não é característica do circuito de Montreal. Outro fator que pode colaborar com o brasileiro, é que ele já correu nesta pista em 2003, pela equipe Jaguar de Fórmula 1.
“Estou ansioso em voltar a Montreal. É um circuito bom porque tem pontos de ultrapassagem. Lá a gente usa pouca pressão aerodinâmica, pois tem uma reta muito longa, mas também o freio é bastante exigido. Aliás, este foi o problema que tive lá na Fórmula 1”, recorda.
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