O estudo aponta, além disso, que no mesmo período caiu de 25% para 21% o número de pessoas consideradas “analfabetas rudimentares”, que são as que podem reconhecer textos muito curtos e fazer pequenas contas, como com dinheiro.
No entanto, o “analfabetismo básico”, de quem lê textos médios, mas têm dificuldades de compreensão quando se trata de mensagens complexas, cresceu de 38%, em 2007, para 47% este ano.