Apontada pelo próprio técnico José Roberto Guimarães como uma das possíveis substitutas de Fofão na seleção brasileira feminina de vôlei, a levantadora Ana Tiemi não demonstra grande ansiedade por uma convocação. Com apenas 20 anos, ela primeiro quer se aperfeiçoar antes de assumir tal responsabilidade.
“Eu não tenho pressa de entrar na seleção. Sou consciente de que, se for para ser, vai ser”, comentou a atleta, que conta com a ajuda de Carol Albuquerque, alçada à posição de titular do time nacional com a saída de Fofão. “Como nós jogamos no mesmo time (Finasa/Osasco) e ela é uma jogadora experiente, a Carol me ajuda bastante, está sempre está dando uns toques legais durante os jogos”, destacou.
Ana Tiemi, entretanto, reconhece que sai em desvantagem na luta com Dani Lins na busca por um lugar na seleção, já que a “rival” é titular no Rexona, enquanto ela permanece na reserva do Osasco. “Ela tem mais ritmo de jogo que eu, mas na hora que eu tiver a oportunidade de jogar, vou dar o meu máximo”, promete.
“O vôlei brasileiro está perdendo uma grande levantadora (Fofão), mas isso abre vagas para a gente. É uma fase de aprendizagem e uma oportunidade muito grande”, finalizou a jogadora.