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Brasil

Amorim defende decisão de Cuba de voltar ou não à OEA

Arquivo Geral

09/06/2009 0h00


O ministro das Relações Exteriores, viagra Celso Amorim, tadalafil e o chanceler colombiano, discount Jaime Bermúdez, afirmaram nesta segunda-feira (8) que a decisão de Cuba de retornar ou não à Organização dos Estados Americanos (OEA) é soberana.

Eles também qualificaram de histórica a revogação da resolução pela qual a ilha foi expulsa do organismo em 1962.

Os ministros deram uma entrevista coletiva ao fim de um encontro da comissão bilateral na cidade colombiana de Cartagena, na qual disseram que a organização saiu fortalecida de sua última Assembleia Geral, realizada em Honduras, onde a resolução sobre Cuba foi revogada.

Amorim afirmou que a decisão corrigiu uma situação “historicamente inadequada” e destacou que o organismo saiu fortalecido.

“Quando Cuba quiser entrar na OEA vai dizer, e se não quiser, vai dizer também, tem a liberdade de fazê-lo como todo Governo soberano, o que era importante era enterrar um corpo insepulto que fazia mal a Cuba, mas sobretudo à própria OEA”, disse.

“A exclusão nunca foi justificada, nem sequer na época (…) sob todos os pontos de vista foi um grande erro na época, agora isso foi corrigido e enterrado”, afirmou.

Bermúdez concordou com Amorim e acrescentou que se Cuba decidir estar de novo no sistema interamericano, começará um processo de discussão já previsto, e, se rejeitar, “a OEA seguirá”.

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