O resultado foi considerado especialmente negativo após os testes da Ducati GP7 no circuito australiano de Phillip Island. Na ocasião, que não contou com equipes como a Camel Yamaha e a Repsol Honda, Barros chegou a liderar as sessões.
Desta vez, com resultado bem diferente, ele não escondeu a decepção. “Sabemos que podíamos fazer melhor. Tive alguns problemas com os pneus de treinos e de corrida. Meu ritmo não foi o esperado e eu não consegui trabalhar como queria”, desabafou o experiente brasileiro, que volta à categoria para correr pela equipe Pramac d’Antin.
Mesmo sem ter encontrado o acerto correto para o equipamento, Barros se mostra bastante otimista para a temporada, que começa no dia 9 de março, no Catar. “De forma geral, nossa pré-temporada foi boa. Ainda há muito trabalho a ser feito para sermos competitivos, mas estou satisfeito com o trabalho no geral”, afirma Alex, esperançoso. “Estou motivado para começar o campeonato e lutar por pódios”, promete
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