Antes de se apresentar para treinar com a seleção brasileira, ela jogou 70 dias no Woori Bank Hansae e por pouco não chegou às fases decisivas do Campeonato Coreano. "A Coréia é uma grande escola. Lá, jogam um basquete totalmente diferente porque as pivôs abrem mais", compara.
No duelo contra ex-companheiras de equipe, Alessandra reencontrou seis atletas que já conhecia, quatro delas da última temporada. Entre elas estavam a pivô Kwe-Ryong Kim e a armadora Kyung Eun Lee, esta última uma surpresa para ela. "Jogamos juntas este ano e foi uma surpresa vê-la aqui porque era seu primeiro ano em um time profissional na Coréia".
Segunda principal pontuadora da tarde, Alessandra acredita que o Brasil conseguiu dar a volta por cima após os problemas contra a Argentina. "Foi um grande jogo. Ontem, foi uma estréia nervosa para todo o time, mas hoje jogamos fácil", compara, atribuindo o desequilíbrio à responsabilidade de atuar em casa em uma competição como o Mundial.
Se foi um dos destaques da vitória brasileira, Alessandra não brilhou sozinha. A ala Iziane foi a cestinha da equipe com 21 pontos e a armadora Helen outra pontuadora fundamental com 19 pontos. Para a pivô, este é o tipo de integração necessária. "Minha participação é para ajudar o grupo".