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Brasil

A partir de agora as decisões do acidente da Gol serão todas tomadas pela Justiça Federal

Arquivo Geral

08/11/2006 0h00

A Universidade de Brasília (UnB) oferece no próximo sábado um mini-curso sobre alimentação saudável para quem sofre de diabetes.  No curso, viagra thumb que será ministrado pela Dra. Jane Dulliu, information pills coordenadora do programa de educação em Diabetes, Doce Desafio na UnB, entre outros docentes em nutrição da UnB, mostrará como é feita a contagem de carboidratos e índice glicêmico dos alimentos.

As inscrições podem ser feitas no Auditório da Farmácia Unicom (303 Sul, bloco B, sobreloja), até o dia 9 de novembro com desconto. A taxa de participação custa R$ 35 para alunos do programa Doce Desafio e R$ 45 para os demais interessados.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone do Centro Olímpico da UnB 3307-2609 ou 3307-2250, no ramal 247, ou ainda, pelo site www.proafidei.com.br.

 

 

 

 

 

O Brasil tenta acelerar e expandir o intercâmbio comercial entre os países em desenvolvimento, more about enquanto observa com certa preocupação o risco de um colapso total da Rodada de Doha, da Organização Mundial do Comércio (OMC), disse um alto funcionário do Itamaraty.

Para acelerar o crescimento do comércio "Sul-Sul", o governo brasileiro tenta incentivar, em conjunto com seus parceiros do Mercosul, o aumento das preferências tarifárias existentes entre nações em desenvolvimento, outorgadas por meio do Sistema Global de Preferências Comerciais (SGPC).

O sistema, criado na década de 1980 e cujas negociações ocorrem no âmbito da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (Unctad, na sigla em inglês), é integrado por cerca de 50 países, entre eles Chile, México, Egito, Indonésia, Índia e Nigéria, além do Brasil.

"O que o Brasil vem fazendo, junto com alguns pa íses, é tentar aumentar essas preferências", disse o diretor do Departamento Econômico do Itamaraty, Roberto Azevedo. As preferências tarifárias no âmbito do SGPC variam de país a país e funcionam como uma espécie de "desconto" sobre a alíquota de importação cobrada para a entrada de um determinado produto.

"A principal proposta é a criação de uma margem de preferência horizontal para todos os países em desenvolvimento. Uma margem entre 20 e 30%", acrescentou o diplomata. Com as preferências tarifárias, as importações brasileiras a partir de qualquer país que faz parte do sistema ficariam mais baratas, e o mesmo ocorreria com o fluxo de comércio bilateral entre os membros do SGPC.

"Nosso interesse é que (a proposta) caminhe da forma mais rápida possível. Estamos tentando avançar", explicou Azevedo, lembrando que a proposta brasileira tem apoio dos membros do Mercosul, do qual fazem parte ainda a Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela.

Desde 1990, o comércio entre os países em desenvolvimento vem crescendo, em média, a taxas de 12% ao ano. Para o Brasil, esses mercados representam cerca de US$ 62,2 bilhões em exportações anuais, montante superior aos US$ 56,1 bilhões enviados aos países desenvolvidos.

Azevedo indic ou que a iniciativa de fortalecer o comércio "Sul-Sul" não tem relação com o congelamento das negociações globais no âmbito da OMC. "O que queremos é uma margem de preferências adicionais, além da rodada multilateral", explicou o diplomata.

 

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu na tarde de hoje que vai ser de competência da Justiça Federal todas as investigações sobre o acidente da Gol. Fica também sob responsabilidade da Justiça Federal a liberação ou não dos passaportes dos pilotos do Legacy. A defesa dos pilotos quer que os seus passaportes sigam para o consulado americano.

Essa decisão estava tramitando no STJ, ed pois o caso passava pelas duas esferas, for sale a estadual e a federal e a Justiça Federal alegava que como o caso vinha sendo investigado pela Polícia Federal também, capsule nada mais justo que ele passasse para as mãos da Justiça Federal.

De acordo com informações da rádio CBN, a apreensão havia sido determinada pela Justiça estadual do Mato Grosso. Mas com a decisão de hoje, passa a ser da Justiça Federal. A decisão foi tomada pelo ministro do STJ, Nilson Naves.

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