O presidente Jair Bolsonaro participou, na manhã desta terça-feira (6), da posse dos seis novos ministros do governo. A solenidade ocorreu na Sala de Audiência do Palácio do Planalto.
Assumiram, oficialmente, as novas atividades os ministros da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos; do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Anderson Gustavo Torres; do Ministério da Defesa, Walter Braga Netto; do Ministério das Relações Exteriores, Carlos Alberto França; da Secretaria de Governo, Flávia Arruda; e da Advocacia-Geral da União, André Mendonça.
Ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, o ministro Anderson Torres sublinhou que a Justiça e a Segurança Pública “são a espinha dorsal da paz e da tranquilidade da Nação, principalmente, quando se passa por uma crise sanitária mundial, como a que vivemos, e que impacta a economia e a qualidade de vida dos cidadãos”. Segundo ele, “nesse momento, a força da Segurança Publica tem que se fazer presente, garantindo a todos um ir e vir sereno e pacífico”.
Antes deputada federal do DF, Flávia Arruda, agora secretária de Governo, declarou que era “uma enorme honra e responsabilidade assumir o ministério encarregado das relações entre o Poder Executivo e o Poder Legislativo num momento tão crucial da história do País”. Para a ministra, “a hora é de diálogo, de compreensão, de solidariedade e de trabalho pelo Brasil”. Flávia disse, ainda, que trabalhará na busca “de pontos de convergências que permitam avançar nas soluções para o País”.
A urgência na saúde, na economia e no desenvolvimento sustentável foram assinaladas pelo embaixador Carlos Alberto França como as que o presidente Bolsonaro o instruiu a enfrentar ao nomeá-lo para o Ministério das Relações. No combate à pandemia, o ministro frisou que seu empenho será por uma maior articulação do Itamaraty com outros órgãos públicos e com o Congresso Nacional, para que o trabalho diplomático se traduza em melhores resultados para os brasileiros. “Meu compromisso é engajar o Brasil num intenso esforço de cooperação internacional, sem exclusões”, acrescentou.
Walter Braga Netto, por sua vez, destacou que era uma honra ocupar o novo cargo e que a Defesa dará continuidade à missão prioritária, neste momento, de combate à Covid-19. Sobre sua atuação à frente da Casa Civil, destacou que o órgão, hoje, “facilita o trabalho dos ministérios e conseguiu soluções que estavam paradas há vários anos por divergências, muitas vezes, de dois, três ministérios”.
Luiz Eduardo Ramos declarou-se entusiasmado com o que classificou de “novo desafio”. Dirigindo ao presidente Jair Bolsonaro, ministro assegurou que estará “pronto, disposto e crente para, de forma responsável, transparente e acessível, alcançar o pleno alinhamento das necessidades sociais do povo brasileiro”.
Por fim, André Mendonça apresentou uma prestação de contas de seus exatos 11 meses como titular do MJSP, durante os quais seu lema de trabalho foi integridade, transparência e compromisso, e quando, também, procurou consolidar o Sistema Único de Segurança Pública (Susp). O ministro frisou que a AGU era uma instituição essencial à Justiça e ao Estado brasileiro, e que seus servidores “devem e estarão empenhados em garantir o desenvolvimento do País, a não criminalização da política e o respeito às instituições”.