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Pouco antes de se casar, menina perde os movimentos com a ‘doença do cobre’

Doença é hereditária, não tem cura, afeta funções neurológicas e pode causar até demência

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Marcely Oliveira descobriu ser portadora da doença de Wilson com 17 anos — Foto: Arquivo Pessoal

Da redação
redacao@grupojbr.com

Pouco antes do seu casamento, Marcely Oliveira de 18 anos, foi diagnosticada com a Doença de Wilson, popularmente conhecida como a ‘’doença do cobre’’. Ela não consegue mais se movimentar e precisa se alimentar por uma sonda.

Em 2018, a mãe da jovem começou a perceber que a filha estava desanimada e sentia muito sono. Ela passou por um médico e começou a tomar antidepressivos.

Os remédios contra depressão não fizeram efeito. Então, Marcely voltou a retornar aos hospitais. Foi quando a suspeita da doença de Wilson passou a ser levantada.

O diagnóstico foi feito em uma clínica particular. Como é uma doença muito rara, os médicos não contavam com essa hipótese. Quando a doença foi comprovada, Marcely já possuía problemas de locomoção e dificuldade de se alimentar.

A família tem feito uma ‘’vakinha’’ digital para arrecadar fundos para o tratamento da jovem.

Apesar das dificuldades, Alice sua cunhada afirma que a jovem continua muito sorridente.

Doença de Wilson

A doença de Wilson é causada por uma mutação genética quando o cobre não é eliminado do corpo de forma adequada e fica acumulado no organismo.

A doença não é contagiosa e sim hereditária. O tratamento é realizado para regredir os sintomas.

 


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