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Policial está há 5 meses sem receber remédio para tratar câncer raríssimo

Homem relata que desde dezembro não recebe o remédio Jakavi, que tem o custo de R$ 27 mil e deveria ser fornecido pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo

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Foto: Arquivo pessoal/Aurazil Tavares
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O policial militar Aurazil Tavares, de 69 anos, aguarda há cinco meses pela chegada de um remédio para o tratamento de um câncer. Aurazil possui mielofibrose, um câncer raro que ocorre devido à alterações de células da medula óssea, e depende do medicamento para tratar a doença.

O policial militar relata que desde dezembro não recebe o remédio Jakavi, que tem o custo de R$ 27 mil e deveria ser fornecido pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. Apesar do remédio não ser distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS), Aurazil entrou com ação judicial, comprovando a necessidade do uso, e conseguiu que a Secretaria de Saúde do Estado fornecesse à ele.

O policial militar explica que tomou conhecimento da doença em 2013, mas que recebe o medicamento do governo desde 2017. Aurazil conta que entrou com uma ação para conseguir a medicação pelo SUS e a Justiça concedeu seu pedido. O grande problema, de acordo com o paciente, é que o fornecimento não ocorre continuamente. 

Em nota, o Departamento Regional de Saúde da Baixada Santista (DRS) afirmou que o medicamento está em fase de aquisição e o paciente será informado da disponibilidade. Já o Departamento Regional de Saúde afirma que, por se tratar de medicamento importado, o processo de aquisição requer o cumprimento de uma série de etapas, incluindo autorizações de importação pela Anvisa e desembaraço alfandegário por parte da Receita Federal, entre outras coisas.

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