O último sábado (4) ficou marcado por um caso de agressão contra um policial militar em Aparecida de Goiânia. Durante uma abordagem em uma distribuidora de bebidas na Avenida Flamingo, no Setor Colina Azul, Fernanda Ferreira mordeu e arrancou o pedaço do dedo do PM.
A mulher alega ter sido torturada pelo policial, e a solução que encontrou para fugir da agressão foi mordê-lo. O PM precisou passar por um procedimento cirúrgico, mas não foi possível reconstruir o dedo.
De acordo com a corporação, ao chegarem no local e começarem a abordagem, Hellen Cristina Ferreira e Fernanda Ferreira questionaram o procedimento e ofenderam os policiais. Hellen teria fumado um cigarro e jogado fumaça no rosto do policial.
Naquele momento, ela foi informada que seria feito um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) pelo desacato, e que ela seria algemada. Fernanda então partiu para cima do policial, que estava de costas. Quando ele se virou com as mãos à frente do rosto, teve o polegar direito mordido pela mulher.
Foi iniciada uma luta corporal no chão, com socos e chutes, mas em seguida as mulheres foram imobilizadas, colocadas na viatura e presas em flagrante.
A defesa das mulheres afirma que a abordagem não foi algo de ‘rotina’ e que elas foram constrangidas. Elas falaram que estavam filmando e, quando os policiais perceberam, teriam tomado e destruído o aparelho telefônico com as provas. O processo judicial apresenta fotos das mulheres com agressões no rosto. Elas seguem presas de forma preventiva e tiveram um pedido de liminar indeferido.