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Jacaré gigante é retirado de lago com pá carregadeira no Tocantins

Neste sábado, 23, um jacaré de 4 metros foi encontrado às margens da Mineradora Potti, em Luzimangues, distrito de Porto Nacional

Redação Jornal de Brasília

25/07/2022 10h52

Foto: Divulgação

Neste sábado, 23, um jacaré de 4 metros foi encontrado às margens da Mineradora Potti, em Luzimangues, distrito de Porto Nacional. Para ser capturado, ele foi amarrado com cordas e içado por uma pá carregadeira. Depois colocado em uma caçamba e transportado para o lago.

O Corpo de Bombeiros informou que foi acionado e, quando chegou ao local, encontrou o animal vivo e capturado pelos funcionários da empresa.

Ainda segundo os bombeiros, logo após, o animal foi colocado em uma caçamba da subprefeitura de Porto Nacional e levado pelos funcionários para os mangues do lago, onde não há presença de visitantes.

A Polícia Militar informou que foi até o lago após receber informações sobre tentativas de ataque ao animal. Os militares perceberam que o jacaré estava com lesões antigas, sem as patas dianteiras e provavelmente cego de um olho.

O que diz a Mineradora

O representante da mineradora disse que o jacaré-açu foi visto no período da manhã. No momento em que um funcionário subiu na balsa, o animal estava no lago com a boca aberta.

O representante informou que os funcionários imobilizaram o animal usando cordas e acionaram o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar. A área é frequentada por várias pessoas, principalmente, durante esse período seco, quando o calor fica mais intenso.

O representante afirmou que os militares pediram apoio porque não havia uma viatura para transportar um animal tão grande.

A Prefeitura de Porto Nacional, informou que a secretaria de desenvolvimento distrital (subprefeitura) apenas deu o suporte solicitado pela mineradora e Corpo de Bombeiros Militar para transportar o animal até o local adequado para soltura.

Foto: Divulgação

Sem as patas

No vídeo, é possível ver que o jacaré está com as patas dianteiras amputadas. O biólogo Aluísio Vasconcelos afirmou que o animal pode ter sofrido ataque de piranhas.

Apesar desse ferimento que não se regenera, o bicho consegue se adaptar no meio ambiente, disse o biólogo.

O especialista acredita ainda que os funcionários da mineradora conseguiram amarrá-lo por ele não ter as patas, o que impede a mobilidade do animal.

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