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Homem é preso suspeito de estuprar e aliciar menina de 11 anos a cometer aborto

Suspeito pulava muro da residência onde a garota morava

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em

Foto: Divulgação/Polícia Civil
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Um homem, de 20 anos, foi preso suspeito de estupro de vulnerável, pedofilia, participação em aborto e apologia ao crime. De acordo com as investigações, a vítima tinha 11 anos na época e teria sido aliciada pelo suspeito a não acusá-lo. No entanto, exames médicos e alguns bilhetes encontrados pelos investigadores comprovaram os abusos.

Os familiares da menina denunciaram o abusador, no entanto, a vítima negou tudo. Após as investigações, a Polícia Civil relatou que o suspeito foi até a porta da escola onde a vítima estudava, o que caracterizou a intenção de aliciar a menor. Após isso, ele iniciou uma série de conversas com a criança, por meio das redes sociais. Em seguida, ele passou a pular o muro da residência onde a garota morava, quando a família dela estava fora.

Em depoimento, o acusado negou tudo e a polícia iniciou uma investigação para identificar a autoria de uma série de bilhetes que foram apreendidos. Um exame grafotécnico identificou que a letra era da vítima e que as mensagens eram destinadas ao suspeito.

Durante o relacionamento, que durou menos de um ano, foi constatado, através da análise das mensagens de celular entre os dois, que a menor teria feito um aborto. Nas conversas, o suspeito teria orientado a menina a realizar o procedimento. Ele utilizou a expressão “chá de canela”, para se referir ao que os investigadores cogitam ser alguma substância abortiva, já que foi identificado, através de exames, que a garota sofreu hemorragia. Os abusos ocorreram em Salinas-MG.

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Os familiares da vítima chegaram a entrar em contato com o suspeito e pediram para que ele se afastasse. Na época, os parentes não tinham consciência da gravidade da situação. O acusado teria se mudado para São Paulo, mas retornou para o Norte de Minas há 11 dias, quando foi preso enquanto jogava futebol.

Ao analisar as redes sociais do suspeito, a polícia se deparou com o compartilhamento de material de apologia ao crime, ao uso de drogas e de ataques contra instituições públicas, principalmente, as policiais.

Em depoimento, o homem confessou que manteve relações sexuais com a menor, mas afirmou que não forneceu remédio abortivo para ela.




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