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Filho morre em parque de diversões e pai descobre pela internet

Tyre estava viajando com outros parentes no estado de Missouri quando tudo aconteceu

Redação Jornal de Brasília

01/03/2022 22h00

Atualizada 01/04/2022 2h28

Foto: Reprodução: Arquivo Pessoal/Instagram iconparkorlando

Tyre Sampson é um adolescente de 14 anos que faleceu na última quinta-feira, 24. O jovem despencou de um brinquedo do parque de diversões ICON Park, na Flórida, Estados Unidos. Seu pai, Yarnell Sampson, só descobriu a morte do filho pelas redes sociais, quando um vídeo da morte do menor foi publicado.

Tyre estava viajando com outros parentes no estado de Missouri quando tudo aconteceu. Ele foi levado ao centro médico local, mas não resistiu aos ferimentos causados pelo impacto. O rapaz caiu do Orlando FreeFall, um brinquedo de queda-livre com mais de 130 metros de altura e chega de 120 km/h.

Em entrevista ao portal Wesh, de Orlando, Yarnell contou como foi sua reação. “Parecia que alguém me bateu com força no estômago. E a dor por trás disso nunca poderá ser tirada – e desculpe, ele não vai voltar, nada no mundo o substituirá. E é triste, o futuro brilhante de um jovem foi tirado dele em um passeio, um parque de diversões”.

A prima do jovem, Shay Jonhnson, foi quem o levou até o parque. Em entrevista, ela relatou que ele era jogador de futebol americano. Tyre tinha 1,80m de altura e mais de 150kg. Segundo a parente, o rapaz foi barrado de dois brinquedos antes do acidente, por ultrapassar o limite de tamanho exigido. Primeiro, ele foi impedido de ir em um balanço. Logo após, de entrar no estilingue mais alto do mundo, o SlingShot — cerca de 91,4 metros de altura. Momentos após, no entanto, ele pôde subir no FreeFall.

O vídeo onde o pai descobriu a morte do filho mostra o momento em que o brinquedo desacelera em direção ao solo, o corpo de Tyre escorrega e atinge o chão.

“Estamos de luto pela tragédia envolvendo Tyre Sampson. ICON Park está comprometido em ser um lugar onde as famílias possam passar um tempo de qualidade juntas em um espaço seguro. Continuaremos a cooperar com as autoridades”, divulgaram, em nota, o ICON Park e a empresa que opera o brinquedo, a SlingShot Group.

Segundo o Departamento de Agricultura e Serviços ao Consumidor da Flórida, que investiga o caso junto a Polícia, era dever dos funcionários do brinquedo se certificar de que o assento era adaptado ao tamanho de Tyler. A equipe, no entanto, não se atentou a isso, visto que o manual das atrações indica que elas só atendem com segurança pessoas com até 130kg.


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