Um menino de 9 anos diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nível 2 de suporte sofreu uma fratura exposta no polegar da mão direita após um acidente ocorrido dentro de uma escola em Campo Grande. O caso levou a família a denunciar a ausência de um professor de apoio pedagógico especializado, profissional que, segundo a mãe da criança, deveria acompanhar o estudante durante as atividades escolares.
De acordo com o relato da família, o acidente aconteceu quando o garoto prendeu o dedo na porta da sala de aula. A lesão provocou uma fratura exposta e exigiu atendimento médico. Após o ocorrido, os familiares voltaram a questionar a falta de suporte especializado na unidade de ensino, apontando que a criança necessita de acompanhamento contínuo em razão de sua condição.
A mãe afirma que o filho estuda na escola desde 2025 e que toda a documentação médica foi apresentada à instituição de ensino. Segundo ela, o laudo que comprova o diagnóstico e a necessidade de acompanhamento pedagógico especializado já havia sido entregue à direção, mas, até o momento, a prefeitura não disponibilizou o profissional solicitado.
O caso reacendeu o debate sobre a inclusão de estudantes com necessidades específicas na rede pública de ensino. A família cobra providências para garantir o atendimento adequado à criança e evitar novas situações de risco. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre eventual posicionamento da administração municipal em relação à denúncia.