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Casal é sequestrado em carro de luxo na porta de motel, em SP

A mulher, vítima do sequestro, conta que, aos gritos, os bandidos exigiam dinheiro “para que não acontecesse nada com eles”

Redação Jornal de Brasília

29/07/2022 10h20

Foto: Reprodução/Redes sociais

O caso ocorreu quando o casal entravam em um motel no bairro da Encruzilhada, em Santos, no litoral de São Paulo. O casal foi abordados por uma por uma quadrilha com nove pessoas, e foram levados para o alto do Morro da Cintra.

A vítima tem dúvida se o crime foi planejado com antecedência pelos bandidos ou fruto de uma escolha pontual, por conta do carro de luxo do casal que é um Jaguar.

A empresária contou que os criminosos seguiram com eles no veículo “de forma enlouquecida”. Mas, com os olhares para baixo, o casal não pôde ver o trajeto.

No Morro

O empresário disse que poderia fazer transferências bancárias para os criminosos. Até que, o casal sentiu que o carro estava subindo o morro e, de repente, os bandidos bateram o veículo. As vítimas tiveram que descer do carro e começaram a subir o morro da Nova Cintra a pé.

Enquanto isso, a outra parte do grupo vasculhava o carro do empresário, onde encontraram o celular dele.

Ida ao apartamento

A maior parte do grupo de bandidos se juntou para fazer as transferências. Apenas um ficou com o casal. Os “beneficiados” com o dinheiro arrecadado nas transferências, no entanto, fugiram, deixando outros sem nada.

Por isso, os criminosos decidiram separar as duas vítimas. Dois ficaram com a esposa no morro, e dois levaram o marido até o apartamento do casal, em busca de itens, como joias, celulares e dinheiro.

Liberados

Os bandidos que mandaram o empresário ir, dali a 15 minutos, para um posto de combustíveis localizado na Avenida Waldemar Leão, em frente à Santa Casa de Santos. Na sequência, eles foram buscar a empresária e a deixaram também perto do posto. O casal se reencontrou, por volta das 4h da manhã, e o carro deles foi deixado em uma praça no bairro do Saboó.

Após o episódio, a empresária tem a sensação de impotência diante da violência que sofreu.

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