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Assassinato de advogados pode ter sido encomendado por agiota de Luziânia

Segundo a corporação, entretanto, não é possível confirmar nenhuma das hipóteses levantadas no momento e as investigações continuam

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A Polícia Civil de Goiás (PCGO), após prender o acusado de assassinar os advogados Marcus Aprigio Chaves, 41 anos, e Alessandro Carvalhes, 47, em 28 de novembro, em Goiânia, trabalha para identificar a motivação do crime. A corporação acredita que o assassinato tenha sido encomendado por um agiota de Luziânia, após os advogados ganharem um caso contra ele.

Segundo informações divulgadas pela TV Record, o escritório ganhou uma causa em que um cliente tinha uma dívida de cerca de R$ 3 milhões com o agiota que, com a decisão, ganharia R$ 300 mil do total. A decisão teria deixado o agiota com raiva.

Uma segunda possibilidade é a de latrocínio, roubo seguido de morte. Essa é a versão passada pelo acusado, Pedro Henrique Martins Soares, 35. Segundo a corporação, entretanto, não é possível confirmar nenhuma das hipóteses no momento e as investigações continuam.




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