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“Vamos para a guerra”: soldados dos EUA embarcam para o Oriente Médio

“Estamos indo para a guerra”, comemorou um soldado, fazendo sinal positivo com os polegares

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Ao todo 600 soldados dos Estados Unidos embarcaram para o Oriente Médio. Para muitos é a primeira missão, mas eles empacotaram munição, fuzis, fizeram ligações para familiares e entregaram os celulares.

Eles fazem parte de um grupo de 3.500 paraquedistas enviados para a região. O Kuwait é a primeira parada de muitos e o destino final é confidencial.

“Estamos indo para a guerra”, comemorou um soldado, fazendo sinal positivo com os polegares. Em contrapartida, soldados veteranos, na faixa dos 30 à 40 anos, já estavam mais contidos por já terem visto colegas de profissão voltarem só com uma perna ou até mesmo dentro de um caixão.

Um soldado disse que “estava assistindo ao noticiário, vendo como as coisas estão acontecendo por lá, aí recebi uma mensagem de texto do meu sargento dizendo ´não vá a lugar nenhum´. E foi isso”

Dias depois do presidente dos EUA, Donald Trump, ordenar o assassinato do comandante militar Qassim Suleimani com um drone, provocando temores de um novo conflito no Oriente Médio, homens e mulheres da 82ª Divisão Aérea do Exercito estão partindo no maior destacamento rápido desde o terremoto em 2010 no Haiti.

O general do Exercito James Mingus apertou a mão dos homens e mulheres que foram enviados para missão.


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