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Trump vai ao Twitter e grita: “Parem a contagem”

EUA passa por eleições e ainda está contando os votos. Concorrente de Trump, Biden está à frente

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Em meio à contagem de votos das eleições nos Estados Unidos, o atual presidente Donald Trump foi ao Twitter na manhã desta quinta-feira (5) e disse, em caixa alta: “Stop the count” (em português, “parem a contagem”).

Trump não disse mais nada. Caso tenha sido uma espécie de ordem, o atual presidente não tem autorização para fazer este pedido.

O atual presidente é candidato à reeleição. No entanto, Trump está vendo o concorrente Joe Biden passar à frente. Biden lidera a disputa com 264 delegados, contra 214 de Trump (dados da Associated Press até 7h30 de quinta-feira). O democrata precisa de mais seis delegados para chegar a 270 e vencer a disputa.

Reações ao redor do mundo

Diversos governos ao redor do mundo começaram a reagir às eleições presidenciais nos Estados Unidos, onde o democrata Joe Biden se aproxima de uma vitória classificada como fraude pelo atual presidente e candidato republicano Donald Trump.

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O presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, foi direto e disse, abertamente na quarta-feira, esperar que Trump vença. “Vocês conhecem a minha posição, é clara (…) tenho uma boa política com Trump, espero que ele seja reeleito, espero”, disse o presidente de extrema direita fora de sua residência oficial, em Brasília, em conversa com seus seguidores.

O ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Heiko Maas, pediu às autoridades americanas que “confiem” no “processo eleitoral” em andamento. Maas, cujo país preside a União Europeia (UE) neste semestre, insistiu na necessidade de “mostrar paciência e esperar” o fim da apuração.

O supremo guia iraniano zombou, nesta quinta-feira (5), do “espetáculo” oferecido pela eleição presidencial dos Estados Unidos. “É uma situação digna de se ver! Ele diz que são as eleições mais fraudulentas da história dos #EUA. Quem? O próprio presidente que está no comando agora!”, disse o aiatolá Ali Khamenei em mensagem publicada em vários idiomas, incluindo espanhol, em sua conta no Twitter nesta madrugada.

A Grã-Bretanha insistiu, na quarta-feira, que seu relacionamento próximo com os Estados Unidos está garantido, não importa quem vença a eleição, mas destacou sua divergência com o governo Trump em relação à mudança climática. “Os Estados Unidos são um aliado próximo e estamos convencidos de que nosso relacionamento será fortalecido independentemente do vencedor”, disse um porta-voz do governo.

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Com informações da AFP




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