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Moscou e Nova York relaxam quarentena

Segundo o prefeito Bill de Blasio, é esperado que 400 mil nova-iorquinos voltem a trabalhar

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Algumas das principais metrópoles mundiais começam a relaxar suas quarentenas após as taxas diárias de infectados e mortos pela covid-19 diminuírem nas últimas semanas. Após quase três meses de restrições devido à pandemia, a cidade de Nova York irá passar para a fase 1 do plano de reabertura do Estado, permitindo que a construção civil e as indústrias de manufatura retomem todas as atividades, e o comércio não essencial volte a funcionar parcialmente.

Segundo o prefeito Bill de Blasio, é esperado que 400 mil nova-iorquinos voltem a trabalhar. O governador Andrew Cuomo afirmou que serão testadas 35 mil pessoas na cidade diariamente, como forma de monitorar a situação da doença em Nova York. Antes epicentro da pandemia nos Estados Unidos, Nova York concentra mais de 20% das quase 2 milhões de mortes por covid-19 no país, com ao menos 21.844 óbitos e 203.819 infecções registradas.

Capital da Rússia, terceiro país com mais infectados pelo novo coronavírus, Moscou deu como encerrada sua quarentena nesta segunda-feira, 8. O prefeito Sergei Sobyanin afirmou que a pandemia estava em declínio no município e, a partir deste mês, será possível aos cidadãos moscovitas retomar normalmente suas vidas. Os comentários de Sobyanin vieram logo após a Rússia anunciar a abertura parcial de suas fronteiras, restringindo-a para pessoas que entrarem no país a trabalho, para conseguir tratamento médico ou cuidar de familiares. Até agora, a Rússia confirmou 476.658 casos de covid-19, sendo 8.985 nesta segunda. Há, ainda, 5.971 óbitos registrados.

Em rota contrária à Rússia, o Reino Unido decidiu nesta quarta limitar o acesso de estrangeiros aos quatro países que formam a nação insular. Em medida controversa tomada pelo primeiro-ministro Boris Johnson, o governo britânico proibiu que táxis e os meios públicos de transporte sejam usados por estrangeiros.

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Os viajantes também não devem ir ao trabalho, escola ou a áreas públicas e não devem receber visitas no local onde estiverem hospedados. Também não estão permitidos a sair para realizar quaisquer atividades, caso possam pedir para outra pessoa fazê-las. Por fim, aqueles que não cumprirem a quarentena obrigatória de 14 dias após entrarem na Inglaterra, Irlanda do Norte e País de Gales irão pagar uma multa de mil euros, enquanto os que descumprirem a regra na Escócia estão sujeitos a uma multa de 480 euros.

O governo britânico foi criticado por não ter tomado medida similar no período que registrou o pico das contaminações por coronavírus na Europa e nos países do Reino Unido. Nesta segunda-feira, a Grã-Bretanha confirmou mais 55 mortes pela covid-19, sua menor taxa diária de mortes desde 22 de março. Ao todo, 40.597 britânicos morreram pela doença, fazendo do Reino Unido a segunda nação com mais óbitos durante a pandemia, atrás apenas dos EUA.

A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, informou à imprensa local que o país conseguiu eliminar completamente a circulação do novo coronavírus. Após um esquema rígido de quarentena que durou 75 dias, Ardern decretou a reabertura de todas as restrições impostas às atividades econômicas e sociais no país, retornando à normalidade do período pré-pandemia. Ao todo, a Nova Zelândia reportou 1.154 infecções e 22 mortes causadas pela covid-19.

Estadão Conteúdo

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