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Johnson & Johnson: vacina experimental teve resultados efetivos em macacos

Diferente de outras potenciais vacinas, como as desenvolvidas pela Pfizer e BionTech, Moderna e AstraZeneca, a Ad26 foi efetiva contra o vírus com apenas uma dose ministrada

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A Johnson & Johnson anunciou nesta quinta-feira, 30, que a sua principal candidata à vacina contra o novo coronavírus apresentou resultados positivos em testes realizados em macacos. A fase 1 de testes clínicos em humanos já começou nos Estados Unidos e Bélgica, segundo a empresa. O estudo, de fase pré-clínica, foi publicado na revista científica Nature. Batizada de adenovirus serotype 26 (Ad26), a vacina da J&J “induziu uma robusta resposta imune” ao Sars-Cov-2, afirma a publicação.

Diferente de outras potenciais vacinas, como as desenvolvidas pela Pfizer e BionTech, Moderna e AstraZeneca, a Ad26 foi efetiva contra o vírus com apenas uma dose ministrada. Segundo a nota publicada na Nature, para conter a pandemia mais rapidamente, uma vacina que requer uma única dose é preferível em relação às que demandam duas. O vice-presidente do Comitê Executivo e chefe da área científica da J&J, Paul Stoffels, afirmou que caso as duas primeiras fases dos testes clínicos em humanos apresentarem bons resultados, uma terceira fase de testagem deve ter início em setembro.

Apesar dos testes preliminares indicarem que a vacina é efetiva com uma única dose, a equipe científica da farmacêutica norte-americana irá testar, paralelamente, a dupla dosagem do produto em humanos. Os testes das fases 1 e 2 avaliarão a segurança, reatogenicidade (ou seja, as reações provocadas pela vacina) e a imunogenicidade da vacina em cerca de 1 mil adultos saudáveis entre 18 e 55 anos, assim como em idosos de 65 anos ou mais.

Estadão Conteúdo 

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