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JBr. pelo mundo: Coreia do Norte volta a disparar “projéteis não identificados”

Lançamento de mísseis na Coreia do Norte; mortes na Caxemira; Avenida Obama, esta e outras notícia no JBr. pelo mundo

Lindauro Gomes

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Mísseis 

A Coreia do Norte disparou nesta sexta-feira dois “projéteis não identificados” que caíram no mar, anunciou o Estado-Maior conjunto das Forças Armadas sul-coreanas, o sexto lançamento deste tipo em três semanas.

Os militares da Coreia do Sul disseram que os projéteis foram disparados da região da cidade de Tongchon, na província de Kangwon, sudeste da Coreia do Norte, em direção ao Mar do Leste, também conhecido como Mar do Japão.

“O exército está monitorando a situação em caso de lançamentos adicionais, mantendo uma postura de prontidão”, informou Comando do Estado-Maior do Sul.

Esta é a sexta série de disparos da Coreia do Norte desde 25 de julho. Ao comentar os testes precedentes, o líder norte-coreano, Kim Jong Un, afirmou que se tratava de uma “advertência solene” às manobras militares conjuntas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul.

Homem-Aranha francês coloca bandeira da paz em prédio de Hong Kong

O Homem-Aranha francês Alain Robert escalou na manhã desta sexta-feira um prédio de Hong Kong para colocar uma “bandeira da paz”, no momento em que esta antiga colônia britânica enfrenta protestos quase diários por mais democracia.

Alain Robert, 57 anos, um especialista em escalar prédios, chegou através da fachada ao 68º andar do Cheung Kong Center, no bairro financeiro Central.

Durante a escalada, Robert abriu a bandeira onde havia duas mãos se cumprimentando representando China e Hong Kong.

Antes da escalada, o francês explicou que sua ação era “um apelo urgente a consultas” entre a população de Hong Kong e o governo.

As manifestações em Hong Kong, que levam milhares de pessoas às ruas, começaram para protestar contra um projeto de lei que permite extradições para a China, mas se transformaram em um movimento em defesa das liberdades democráticas e contra a influência de Pequim no território.

Opep reduz projeção para oferta brasileira de petróleo em 2019

Pelo quinto mês consecutivo, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) revisou para baixo sua projeção para a oferta da commodity pelo Brasil em 2019. De acordo com relatório mensal divulgado hoje, a produção doméstica será de 3,48 milhões de barris por dia (bpd) este ano. No documento anterior, a previsão era de 3,54 milhões de bpd.

A entidade, que tem sede em Viena, também cortou sua projeção de oferta de petróleo pelo Brasil em 2020, de 3,90 milhões de bpd para 3,77 milhões de bpd.

Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, a Opep continua prevendo crescimento de 0,9% este ano e de 1,7% no próximo, como no relatório anterior.

Argentinos criticam falta de ‘respostas ao povo’ dos candidatos à presidência

O centro de Buenos Aires foi tomado ontem por milhares de manifestantes que protestaram em razão da instabilidade econômica na Argentina. Desde segunda-feira, o país tem uma forte desvalorização do peso, que ameaça piorar a crise em vigor desde abril de 2018.

A coordenadora do movimento Barrios de Pie, uma das organizações sociais que convocaram a manifestação com partidos de esquerda, Silvia Saravia, considerou “grave” que o governo de Mauricio Macri e a campanha do peronista Alberto Fernández, favorito às eleições de outubro, se preocupem mais com “a mensagem dada ao setor financeiro do que com respostas concretas para a maioria do povo”.

Islamabad denuncia mortes na Caxemira

O Paquistão disse na quinta-feira, 15, que três de seus soldados e cinco militares indianos morreram em uma troca de tiros na fronteira da disputada região da Caxemira. No entanto, a Índia negou a informação e acusou o Paquistão de violar um cessar-fogo entre os dois países.

A tensão entre as duas potências nucleares aumentou após a Índia revogar o status especial de sua parte da Caxemira, de maioria muçulmana, enfurecendo o Paquistão. Os dois já travaram duas guerras por causa da Caxemira.

Petição quer ‘Avenida Obama’ em Nova York

Uma petição online pedindo que o trecho da Quinta Avenida em Nova York, onde está a Trump Tower, receba o nome Avenida Presidente Barack Obama já recebeu 137 mil assinaturas. O argumento dos defensores é o de que Obama, antecessor de Donald Trump, “salvou os EUA da recessão, cumpriu dois mandatos sem escândalo e abateu Osama bin Laden”. O pedido não deve ter êxito

 


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