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Facebook retira vídeo publicado por Trump e Twitter bloqueia conta do presidente

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O Facebook informou ter retirado um vídeo publicado em sua plataforma pelo presidente americano, Donald Trump, por incitar à violência seus apoiadores, que invadiram o Capitólio nesta quarta-feira (6).

“Esta é uma situação de emergência e estamos tomando as medidas de emergência apropriadas; inclusive a de eliminar o vídeo do presidente Trump”, informou o vice-presidente do Facebook Guy Rosen em um tuíte.

Logo depois, seguindo os passos do Twitter, o Facebook suspendeu temporariamente a conta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta quarta-feira, após um dia de violência na sede do Congresso, onde os apoiadores do republicano interromperam a certificação da vitória de Joe Biden.

“Determinamos duas violações de nossas regras na página do presidente Donald Trump que resultam em uma suspensão de 24 horas, o que significa que ele perdeu a capacidade de postar na plataforma durante este período”, explicou a plataforma pelo Twitter.

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Pompeo diz que o protesto violento “é intolerável tanto em casa quanto no exterior”

O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Mike Pompeo, um aliado fiel do presidente Donald Trump, condenou nesta quarta-feira(6) a multidão de partidários de Trump que invadiram o Capitólio, dizendo que os EUA sempre condenaram a violência política.

“Já viajei para muitos países e sempre apoiei o direito de todo ser humano de protestar pacificamente por suas crenças e causas”, escreveu Pompeo no Twitter.

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“Mas a violência, que coloca em risco a segurança de outras pessoas, inclusive daqueles encarregados de garantir segurança a todos nós, é intolerável tanto em casa quanto no exterior”, acrescentou.

Bush diz que ‘insurreição’ no Capitólio lembra ‘república das bananas’

O ex-presidente americano, George W. Bush, denunciou nesta quarta-feira (6) alguns de seus correligionários republicanos por alimentar a “insurreição” no Capitólio, comparando a situação a de uma “república das bananas”.

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“É assim que se disputam os resultados eleitorais em uma república das bananas, não na nossa república democrática”, disse Bush em um comunicado sobre os distúrbios provocados por apoiadores do presidente Donald Trump, os quais denominou de “insurreição”.

Ataque ao Congresso é ‘grande vergonha’, mas ‘não uma surpresa’, diz Obama

O Uruguai irá prorrogar as restrições de entrada no país, que incluem cidadãos e residentes, até o próximo dia 30, anunciou nesta quarta-feira o presidente Luis Lacalle Pou, em um esforço para tentar conter o aumento dos casos de Covid-19.

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“Infelizmente, e com muito pesar, seguiremos com as fronteiras fechadas por mais 20 dias”, informou Lacalle Pou em entrevista coletiva. “Certamente faremos uma avaliação dentro de 10 dias.”

O presidente, no entanto, flexibilixou medidas tomadas em dezembro, como a possibilidade de estender por duas horas, até as 2h, o horário de funcionamento de bares e restaurantes, sujeita à análise de cada departamento. Também autorizou a retomada de espetáculos públicos, bem como dos eventos esportivos, estes últimos sem a participação do público.

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Durante a maior parte de 2020, o Uruguai foi um modelo de controle da pandemia, mas, em novembro passado, enfrentou um crescimento exponencial do número de casos de Covid-19. O país soma 23.048 infectados e 221 mortos, em uma população de 3,4 milhões de habitantes.

Nesta quarta-feira, o Uruguai registrou 946 novos casos da doença, o maior número desde o início da emergência sanitária.

© Agence France-Presse




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