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Coronavírus deixa o mundo sem celebrações de Ano Novo

No Brasil, segundo país mais afetado do mundo, os médicos também temem uma nova onda

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As redes sociais estão repletas de fotos e vídeos de clubes e restaurantes lotados, o que está levando as autoridades locais a considerarem um novo confinamento após as festas.

Às margens do Baikal, na Sibéria, onde as temperaturas caem até -35ºC, um grupo de russos emerge revigorado depois do tradicional mergulho no gelo, na véspera do Ano Novo.

No mundo todo, porém, teme-se um amanhã difícil.

No Brasil, segundo país mais afetado do mundo, os médicos também temem uma nova onda. Vídeos de pessoas sem máscara circulam nas redes sociais, e as emissoras de televisão veiculam imagens de policiais fechando bares cheios de clientes.

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“O pico da pandemia foi entre maio e julho, que foi quando não havia muito movimento e nos cuidamos mais. Agora há muitos casos, e as pessoas estão agindo como se não houvesse uma pandemia”, disse Luiz Gustavo de Almeida, microbiologista da Universidade de São Paulo (USP).

Agence France-Presse

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