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Sem estrelas, seleção foca ataque em início de trabalho para Pré-olímpico

Arquivo Geral

03/06/2011 16h02

A seleção brasileira de basquete feminino iniciou nesta semana sua preparação para o Pré-olímpico da Colômbia, que será disputado em setembro. Sem Érika, Iziane e Adrianinha, suas maiores estrelas, a equipe se concentra em obter entrosamento e trabalhar a parte ofensiva na primeira etapa de treinos para poder lutar por uma vaga nos Jogos Olímpicos de Londres-2012.

 

“Dentro do planejamento tático que a gente estabeleceu, a resposta delas tem sido 100%”, diz o técnico Enio Vecchi, que faz seu primeiro trabalho à frente da seleção. O treinador assumiu o cargo em dezembro de 2010, após a saída do espanhol Carlos Colinas, mas ainda não havia tido oportunidades de trabalhar com as jogadoras.

 

Além de Érika e Iziane, que disputam a WNBA pelo Atlanta Dream, e Adrianinha, que aproveita as férias após uma temporada pelo Faenza no Campeonato Italiano, Vecchi não pôde chamar eu sua primeira convocação a pivô Damiris e a armadora Tássia, que jogarão o Campeonato Mundial sub-19 em julho.

 

Enio Vecchi quer trabalhar parte ofensiva da seleção nos primeiros treinamentosO treinador acabou convocando 16 jogadoras, algumas veteranas, mas sem oportunidades anteriores na equipe nacional, como a pivô Carina, do Americana, vice-campeão paulista. A expectativa é que nos próximos trabalhos da seleção, o grupo seja reforçado. “Elas estão vibrando, estão com atitude dentro da quadra, querendo aproveitar a oportunidade”, avalia Vecchi.

 

Na primeira etapa de treinos no Brasil, o treinador pretende trabalhar o sistema ofensivo da equipe, que terá pela frente dois torneios amistosos na China em que enfrentará Austrália, Nova Zelândia e a seleção local. A ideia é dar experiência internacional às atletas e fazê-las trabalhar de forma mais eficiente no ataque, pensando já nos desafios do Pré-olímpico.

 

No treino da manhã desta sexta-feira, o primeiro da equipe em São Caetano do Sul, Vecchi realizou exercícios de ataque contra defesa, tentando fazer com que as jogadoras valorizassem a posse de bola. Quando via um arremesso precipitado ou um passe forçado, parava a atividade para orientar as jogadoras.

 

“Nosso objetivo por enquanto é trabalhar a parte ofensiva, as transições, os contra-ataques. Mas também precisamos pensar em uma defesa forte, senão acabamos criando uma ilusão durante os treinos”, explica o treinador

 

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