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Seleção feminina sofre com greve de atletas

Arquivo Geral

26/01/2007 0h00

Até semana passada, tudo parecia ir bem na equipe feminina de hóquei sobre grama. Apesar da pouca idade das atletas – em sua maioria garimpadas em escolas públicas de Florianópolis –, todas seguiam em fase de treinamento para os Jogos Pan-americanos. Foi aí que o técnico Cláudio Rocha decidiu cortar três meninas: Mariana Stasi e as irmãs Roberta e Alessandra Flores. Resultado? Cerca de seis jogadoras resolveram paralisar suas atividades até que elas fossem reintegradas ao grupo.

As atletas, que não tiveram seus nomes divulgados, teriam tentado persuadir os jogadores do masculino a aderirem ao movimento, mas, ao menos por enquanto, não obtiveram sucesso. Os convocados das duas equipes para o Pan devem ser divulgados em abril. Até lá, todos seguem treinando na capital de Santa Catarina.

De acordo com o presidente da Confederação Brasileira de Hóquei sobre grama (CBHG), Sidney Rocha, tudo não passa de uma forma de os pais de algumas jogadoras forçarem o técnico Cláudio Rocha, atleta e filho de Sidney (outro motivo para a polêmica), a aproveitar mais algumas atletas na seleção. Por outro lado, Stasi é esposa de Fernando Valdes, ex-técnico do time masculino.

O dirigente ainda ressaltou que nenhuma das rebeladas e nem as três jogadoras cortadas estão definitivamente fora do time nacional. Todas, inclusive, podem voltar ao time a qualquer momento, dependendo apenas de um aval de Cláudio. No sábado, um representante da CBGH vai até Florianópolis conversar com o grupo e tentar resolver o problema. O resto do time segue treinando normalmente.

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