A idéia veio de Lars Grael, presidente da Federação Brasileira de Vela e Motor (FBVM) a partir de janeiro. De acordo com o atleta e dirigente, esta seria uma forma de fortalecer o Brasil para a disputa de Pequim-2008. Isso porque, se Scheidt não conseguir a vaga na Star, onde concorre contra os bicampeões olímpicos Torben Grael e Marcelo Ferreira, ele poderia representar o Brasil na Laser, categoria em que ganhou ouro em Atlanta-1996 e Atenas-2004, além de ser octacampeão mundial.
De acordo com Lars, porém, a decisão será tomada coletivamente e só no ano que vem. Companheiro de Scheidt na classe Star, Bruno Prada também se esquivou da polêmica. “Isso é uma sugestão do Lars e como ainda estamos muito longe das Olimpíadas não vamos falar sobre o assunto”, comentou o proeiro.
Vale lembrar que próprio Lars já anunciou que vai participar da seletiva para a Star, assim como o futuro vice-presidente da FBVM, Alan Adler. A dupla formada por Torben e Ferreira, por sua vez, já declarou que não concorda com a mudança de datas da seletiva.