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Expectativa cresce para a hora da largada

Arquivo Geral

25/01/2013 9h22

Rafael Moura

rafael.moura@jornaldebrasilia.com.br

 

 

O clima de confraternização começa a tomar conta dos 12 mil atletas que participarão da 43ª Corrida de Reis do Distrito Federal, amanhã, a partir das 19h.

 

Ainda ontem, na entrega dos kits para a prova mais tradicional de Brasília, as pessoas não escondiam a empolgação de poder participar da corrida. O bombeiro militar Alex Capuzzo vai para a sua quinta participação. “O povão faz parte da corrida, o tempo nem importa tanto, mas quero fazer abaixo dos 45 minutos”, projeta o militar, que irá encarar o percurso de 10km acompanhado de três colegas.

 

Outro motivo que leva Capuzzo a fazer questão de participar da prova é o fato de ela ser realizada durante a noite. “É muito mais agradável porque não tem o sol atrapalhando e essa é uma das poucas provas que é disputada durante a noite”, diz o corredor. Ele corre há mais de quatro anos, alternando trajetos de 10 a 15km todos os dias. Para o militar, a Corrida de Reis é um incentivo para o seu novo desafio, no mês de abril, na França, quando ele vai percorrer a Maratona de Paris.

 

Familiar

Os irmãos Mariana e Pedro Henrique Lira da Costa nunca estiveram presentes em uma prova de corria de rua. O fato de a inscrição ser gratuita chamou a atenção dos dois, que se animaram para o percurso menor, de 6km.

 

“Eu corro todos os dias por causa da minha profissão. Conversei com o meu irmão e chegamos a um consenso de poder participar da Corrida de Reis”, explica Mariana, que garante não dar moleza ao irmão durante a prova. “Espero fazer o percurso em 30min e, se ele ficar para trás, vou puxá-lo”, brinca a militar, de 23 anos.

 

Deixando a brincadeira de lado, Pedro crê que a Corrida de Reis irá incentivá-lo a participar de outras. “Sempre que dá para dar uma corridinha eu faço. Mas corrida com muita gente deve ser diferente. Espero que eu goste, porque a minha saúde vai agradecer”.

 

Estratégia para inchaço

O Dia de Reis é comemorado no dia 6 de janeiro, mas o Governo do Distrito Federal (GDF) preferiu adiar o evento para o fim do mês e acredita ter acertado na ação.

 

Para o organizador da prova, o professor Francisco Xavier, a cidade de Brasília acaba ficando vazia no início do ano. “Foi um pedido dos próprios participantes e acabamos tendo uma resposta imediata deles nas inscrições”, diz.

 

Xavier lembra que em um ano dobrou o número de inscrições, o que engrandece ainda mais a prova. “A Corrida de Reis de Brasília é uma das maiores do País, até mesmo em nível técnico estamos muito bem.”

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