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Destaque do primeiro dia, Brasil classifica 30 surfistas na primeira rodada

Arquivo Geral

31/01/2007 0h00

O primeiro dia do WQS do Costão do Santinho foi do jeito que os surfistas esperavam: sol, céu claro e boas ondas de até 1,5m, que teimaram em não aparecer em 2006. Na disputa pelos 2500 pontos do primeiro evento seis estrelas do calendário de acesso do surfe mundial, o Brasil não decepcionou: colocou 30 entre os 48 classificados da primeira rodada.

Um dos principais destaques, porém, veio de fora. Com notas 7,33 e 6,67, o sul-africano Damien Fahrenfort garantiu a classificação em primeiro lugar na sexta bateria. Ao lado dele, ficou o cearense Adilton Mariano, que somou 11,73 e eliminou o também sul-africano David Richards e o catarinense Philipe Glazer.

“Consegui pegar algumas ondas no começo da bateria, mas não fiquei muito satisfeito com o que eu fiz e procurei outras ondas que não estivessem fechando para melhorar o meu desempenho. As ondas aqui estão um pouco mexidas, mas se você conseguir acertar na escolha, irá surfar uma bem em pé, com potencial”, analisou Farhenfort.

Mas se a torcida local lamentou a eliminação de Philipe Glazer, pôde comemorar a bateria seguinte. Com dobradinha catarinense, Ricardo Wendhausen e Thiago Bianchini garantiram presença na segunda fase, eliminando os norte-americanos Dane Johnson e Jessé Heilman.

“Demorei muito para pegar onda no começo, mas ai achei uma direita boa abrindo, só que ainda precisava de outra e todas entravam fechando. Foi o maior sufoco. Vim mais para o raso para tentar conseguir achar alguma coisa e aí no finalzinho veio mais uma direita que tirei o 4 e pouco que precisava para me classificar”, descreveu o empolgado Thiago, de apenas 20 anos, que somou 8,90 para conquistar a segunda vaga.

Campeão da série, Ricardo comemorou. “Eu só sabia que tinha começado bem naquela direita, mas não sabia a nota e nem qual minha colocação na bateria. Fiquei visualizando o mar ali de cima das dunas antes de entrar no mar e vi o lugar que estava quebrando as maiores ondas. Entrei, sentei, esperei por uma boa e ela veio”, descreveu Riquinho, 18 anos, e dono de uma boa nota 12,10.

Além dos três, o Brasil ainda classificou Felipe Martins, Gilmar Silva (bateria dois), John Max (três), Jorge Spaner (quatro), Charlie Brown (cinco), Leandro Moulin (oito), Robson Santos, Felipe Ximenes (dez), Bruno Moreira, Flávio Nakagima (11), Rafael Becker (12), Thiago de Souza (13), Pedro Norberto (14), Jadson André (15), Guilherme Ferreira, Mascos Pastro (16), Daison Pereira (17), Fábio Silva (18), Rodrigo Wazlawick (19), Márcio Farney, Eduardo Rolins (20), Mickey Bernardoni (21), Ricardo Ferreira (22), Ricardo Ortiz, Michel Roque (23) e Marco Pólo (24).

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