Na quinta-feira, a CPMI do INSS aprovou a quebra do sigilo bancário e fiscal de Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, num processo tumultuado e contestado pelos governistas. Que terminou, por conta disso, em muita pancadaria.
Como diria Shakespeare, “muito barulho por nada”. Porque a quebra do sigilo de Lulinha já tinha sido determinada em janeiro pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça. Enfim, uma grande armadilha, na qual o governo caiu como pato.
Porque ao reagir com socos e empurrões passou a sensação de que teme o que possa aparecer nas contas do filho do presidente. Ainda que a decisão da CPMI seja revista ou que nada apareça nas contas, o desgaste político provocado pela oposição surtiu efeito. É o que avalia Rudolfo Lago no JBrNews de hoje.