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Gastronomia

Conheça a Beijú Lanchonete Brasileira: a irmã mais nova do Café e um Chêro na 209 Sul

João Gabriel Amaral investe em pegada mais saudável e enaltece casas de sucos populares

Redação Jornal de Brasília

24/04/2020 17h47

Em tempos de pandemia, há quem hesite em abrir algo novo. Não é o caso do empresário João Gabriel Amaral, 26 anos, conhecido por orquestrar ao lado da sua mãe Alba, a cafeteria afetiva Café e um Chêro – hoje com duas lojas (107 Sul e 109 Norte). Com projeto iniciado em meados de fevereiro, a Beijú Lanchonete Brasileira abriu oficialmente nesta semana, na 209 Sul. As portas não estão literalmente abertas, devido à pandemia do Coronavírus, mas a casa está funcionando com delivery no iFood e com take away.

João Gabriel Amaral

“Não imaginei que estaríamos passando por tudo isso nesse momento. Como a Beijú já tem uma proposta voltada para o delivery e para to go, não quis esperar. Até porque não sabemos quando tudo se normalizará”, conta. Nessa nova empreitada João Gabriel optou pela carreira solo. Apesar de Dona Alba ter dado vários pitacos na concepção das comidinhas, ela não assina o cardápio.

Inspirada em casas de sucos populares brasileiras, a lanchonete enaltece o que o Brasil tem de melhor: sua grande variedade de frutas e ingredientes únicos, como a goma de tapioca. A ideia da casa é oferecer lanches rápidos e fáceis de serem degustados, até porque há pouco espaço para se sentar à mesa.

O projeto para a lanchonete partiu da premissa de cores frias e raízes brasileiras. “A utilização de azulejos nas paredes é marcante na identificação de lanchonetes em todo o país, arrematado com fruteiras à vista, nos faz lembrar a tropicalidade de cidades praianas. O uso dos caquinhos no piso é uma referência paulista em calçamentos externos e internos de restos de cerâmica reaproveitada. Uma adaptação superinteressante foi explorar vasos de barro para planta, porém dispô-los como pendentes de iluminação virados para baixo. Por fim, o emprego do forro em OSB, composto de tiras de madeira de reflorestamento, traz o aconchego necessário ao espaço. Nessa acomodação de referências, criamos uma mistura boa de brasilidades e damos o tom arquitetônico através da marcação de alinhamentos, reforço de perspectiva e equilíbrio de materiais”, explicam Tatiana Lopes e Daniella Rauber, do estúdio Aobá Arquitetura, responsáveis por assinar o projeto.

O cardápio é dividido em seções. Os sanduíches naturais são intitulados de Pão Formão, por serem feitos em pães de forma integral maiores que os normais. As grandes apostas são:  estrogonofe de carne com salada (R$19,90) – aquele bem caseirinho; Atum, pasta de ovos e salada (R$ 17,90) e Frango com guacamole e salada (R$19,90). Já na seção Pão Francês, nada melhor que um pão com mortadela, queijo muçarela bem derretido, maionese e mostarda (R$15) ou um pão com carne moída, alface e maionese da casa (R$15), certo? 

 

Tapioca de peito de peru, queijo muçarela, tomate, pesto de manjericão e orégano

Os sabores das tapiocas não foram todos divulgados ainda, mas os destaques ficam por conta da Rendada com coco e queijo, coco fresco ralado e leite condensado (R$ 15,90) e a de carne moída, queijo, vinagrete e pasta da casa (R$ 17,90). Quem deseja investir num doce gostoso, a dica é o bolo baiano de tapioca com leite condensado e coco ralado (R$10,90) e o bolo de cenoura com calda de brigadeiro (R$8,90). Como já era de se esperar, a variedade de sucos é grande.  “Vamos trabalhar com frutas de época também”, adianta João. 

No hall de bebidas, o difícil vai ser escolher: tem sucos com apenas uma fruta, com duas e com mais de três ingredientes. Abacaxi com capim-santo; com hortelã; com morango; goiaba com maracujá; laranja com acerola; limão com mel; maracujá com manga; melancia com limão, entre outros. Os Sucos Com Sobrenome possuem três ou mais ingredientes e foram nomeados com sobrenomes bem brasileiros. Se quiser pedir o Freitas, o cliente vai saborear um suco de abacaxi com manga, gengibre, limão e uma pitadinha de açafrão-da-terra; Já o Souza é água de coco, melancia e maracujá; o Batista Detox é laranja, abacaxi, couve, gengibre e hortelã. E por aí, vai. Os sucos vão variar entre R$ 8 e R$ 12.

Por fim, ainda tem a seção de açaí na tigela e vitaminas – essas últimas ganharam nomes de rios brasileiros. A vitamina Rio Amazonas, é o açaí com banana (R$ 12); Rio Solimões, açaí com abacate e o Rio Patajós, açaí com cupuaçu. Sem falar na tigela do açaí Beijú (carro-chefe), que vem com salada de frutas (R$ 22). O cardápio é extenso.

A versão pocket da loja estava funcionando dentro do Arcoworking na 714/715 Norte, mas a equipe foi transferida para a nova localização. Na volta à normalidade, irá reabrir a operação.

Nesta nova empreitada, João Gabriel faz carreira solo sem esquecer das suas raízes. “Essa loja tem o DNA que eu também quis dar no Café e um Chêro: o objetivo é enaltecer a brasilidade e suas vertentes. Aqui a comida é gostosa, sem pretensão de se encaixar em algum rótulo. Quero que seja simples e saboroso para todos os públicos – os mais fitness, o concursado, o pai e o filho que estão de passagem, os avós, os netos. Aqui não tem frescura, é o nosso modo de fazer”, finaliza o empresário.

Serviço durante a Quarentena

Beijú Lanchonete Brasileira

CLS 209 Bloco C Loja 27-B – Asa Sul
Instagram: @beijulanchonete
Horário de funcionamento: segunda a sábado – 11h às 19h
Entrega iFood ou take away

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