Pressão, aperto e sufoco. Essa é a promessa do elenco do Vasco para o Vitória nesta quarta-feira, quando as equipes se enfrentam no confronto de volta das quartas de final da Copa do Brasil. O objetivo do cruzmaltino em São Januário é não deixar o rival jogar para, então, buscar a vitória por três gols de diferença, já que perdeu por 2 a 0 em Salvador.
“Vamos marcar o Vitória em cima para tentar roubar a bola no ataque e termos mais chances de fazer o gol. Não podemos deixar que eles saiam jogando, vamos obrigá-los a sair com o chutão”, disse o goleiro Fernando Prass, que deve comandar um atento setor defensivo. Se não deixar a bola rodar perto de sua área, a chance de marcar gols o quanto antes aumenta.
“Temos a obrigação de sair para jogar, porque precisamos do placar. Temos e vamos tentar o gol em todo momento. Lógico que não vamos colocar até os zagueiros para atacar, mas do meio para frente, vamos atacar”, afirmou o volante Souza, que estava no grupo cruzmaltino viveu situação semelhante à atual em 2008, nas quartas de final.
Na ocasião, o Vasco perdeu por 2 a 0 o jogo de ida para o Sport e conseguiu buscar o resultado necessário em São Januário: venceu por 2 a 0 e levou a decisão para os pênaltis. Acabou derrotado. Dois anos mais tarde, ele demonstra confiança e espera uma melhor sorte para conseguir avançar na competição nacional.
“Conseguimos fazer o resultado de 2 a 0 contra o Sport, mas infelizmente perdemos nos pênaltis. Acredito que podemos reverter mais uma vez, acredito que dá para fazer dois, três gols e na pior das hipóteses, se for para pênaltis, esperamos um resultado diferente daquele de 2008. Não tem nada perdido e não podemos desistir de lutar. Só podemos perder a esperança depois do apito final”, complementou Souza.