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Futebol

“Uh, vai morrer” ecoa no Nilson Nelson e cria climão para o UFC Brasília

Arquivo Geral

23/09/2016 21h55

Em casa, Vicente Luque, Rani Yahya, Francisco Massaranduba, Alan Nuguette e Antonio Pezão (foto) foram ovacionados por admiradores e familiares. Foto: Hugo Barreto

Roberto Wagner
roberto.wagner@jornaldebrasilia.com.br

No Brasil costuma ser assim. Desde a pesagem no dia anterior aos combates os lutadores estrangeiros sentem um pouco do clima que os esperam na noite seguinte. No início da noite desta sexta-feira, em Brasília, a tônica foi seguida à risca. Bastou o primeiro gringo aparecer no Ginásio Nilson Nelson para o tradicional grito de “Uh, vai morrer”, tomar conta.

Já acostumados com a perseguição da torcida brasileira, muitos levaram a pressão n brincadeira e até pediram para o grito ser mais forte. Quem não precisou de incentivo para levantar a galera foram os atletas brasilienses. Em casa, Vicente Luque, Rani Yahya, Francisco Massaranduba, Alan Nuguette e Antonio Pezão foram ovacionados por admiradores e familiares.

Com quase 100% dos lutadores batendo o peso necessário das categorias – a exceção foi o brasileiro Michel Trator, que estourou o peso-leve em 900g e foi multado em 20% da bolsa -, coube às encaradas o protagonismo da noite. A mais tensa ocorreu entre Godofredo Pepey e Mike de La Torre, responsáveis por abrir o card principal no evento deste sábado. Logo após o brasileiro vencer a balança, ele foi com tudo para cima do rival e só não se tocaram porque o funcionário do UFC apartou.

Já Antonio Pezão e Roy Nelson, amigos fora do octógono, novamente quebraram o protocolo. Ao contrário das caras feias e fechadas, trocaram abraços e posaram rindo para a foto da encarada. Na noite deste sábado, porém, tudo deve ser diferente. Ambos são nocauteadores nato e o combate dificilmente irá durar os três rounds.

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