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Futebol

Treinador da Itália imagem de seleção associada à sorte

Arquivo Geral

29/06/2006 0h00

Apontada por muitos como uma seleção sortuda, a Itália parece não ter gostado do rótulo e se defendeu por meio de seu treinador, Marcelo Lippi. Nesta quinta-feira, o comandante da Azzura declarou que o time não deveria ser taxado assim, já que enfrentou diversos problemas para alcançar às quartas-de-final da Copa do Mundo.

"Gostaria de responder a todos que ficam com essa conversa de que tivemos sorte. Ficamos sem Francesco Totti por três meses devido a uma lesão, depois perdemos Gianluca Zambrotta, e depois Gennaro Gattuso e Alessandro Nesta também se machucaram", analisou Lippi.

"Acima de tudo isso, ainda temos que lidar com essa confusão sem precedentes do futebol italiano", finalizou, lembrando o escândalo da arbitragem que atingiu o país antes do início do Mundial.

Além disso, o treinador aproveitou para rebater as críticas sobre a adoção de um estilo defensivo demais para a tradicional forma de jogar da Itália. "Acho que isso já passou dos limites. Estamos em uma Copa do Mundo e trouxemos todo o nosso entusiasmo conosco, assim como milhões de problemas, com Totti e os outros lesionados", desabafou.

"No último ano, tentamos jogar mais ofensivamente, fizemos grandes partidas e fomos elogiados por todos. Agora temos esse exagero de críticas simplesmente por duas ou três partidas que não conseguimos jogar dessa maneira", resumiu.

Assim, tentando deslanchar na competição, a Itália enfrenta a Ucrânia na sexta-feira, em Hamburgo, buscando uma vaga nas semifinais. Se vencer, enfrentará o vencedor de Alemanha e Argentina na próxima terça-feira, em Dortmund.

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