Único jogador que atua no futebol nacional convocado pelo técnico Dunga para servir à seleção brasileira, o lateral-esquerdo revelou que demorou a acreditar na notícia de sua ida para a equipe canarinho.
“Com certeza, dentro das possibilidades que o treinador tem, foi uma surpresa. Eu fiquei sabendo aqui no treino, quando o Serginho (Chulapa, auxiliar) veio falar para mim. Eu não acreditei, e ele trouxe o papel para eu ver”, gargalhou.
O jogador teve passagens recentes pelas divisões inferiores da seleção e acredita que a experiência que adquiriu pela equipe Sub-20 foi fundamental para sua chegada ao time principal.
“A base da seleção ajuda bastante tanto no clube como na própria seleção principal. A maioria dos jogadores que hoje estão na seleção já passou pela base”, afirmou. Apesar da moral em alta com a oportunidade no Brasil, Carlinhos mantém os pés no chão quanto às suas chances no time titular do Peixe.
“Se o Kléber for para a meia, vai ser muito bom para mim. Mas, se ele continuar na lateral, vou continuar aproveitando as chances que tenho de entrar”, explicou o ala, que garante ter uma boa relação com o titular. “Eu brinco e falo para ele ir para a meia para me deixar jogar um pouquinho. Mas o Kléber é um grande jogador e tudo tem sua hora. A minha vai chegar”, finalizou.
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