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Futebol

Souza diz que não estaria no Morumbi se Leão tivesse continuado

Arquivo Geral

11/11/2006 0h00

Souza está de bem com a vida. Perto de conquistar o título de campeão brasileiro pelo São Paulo, o jogador vem sendo um dos destaques da equipe na temporada e tem se apresentado com um verdadeiro “pau para toda obra” no Morumbi, já que sua versatilidade permite que seja escalado em diversas funções.

Mas nem sempre foi assim. Contratado junto à Portuguesa Santista após o Campeonato Paulista de 2003, Souza passou um bom tempo encostado. “Passei três anos consecutivos na reserva, mas sabia que era preciso ter calma para ter a confiança da comissão técnica”, lembra.

O problema é que a comissão técnica mudou algumas vezes nesse período e Souza tinha sempre de recomeçar. O jogador conta que chegou a se ver longe do Morumbi durante a época em que Emerson Leão foi o treinador, entre o Brasileirão de 2004 e o fim do Paulistão de 2005.

“Não tenho nada contra o Leão, inclusive aprendi muita coisa com ele, mas tenho certeza que se ele tivesse continuado no São Paulo eu não estaria mais aqui. Teria sido emprestado para uma outra equipe ou até mesmo negociado”, comentou.

Hoje o meia usa o bom-humor para comentar seu antigo drama. “Na época do Leão, a tesoura já tinha nome. Era sempre o Souzinha e mais um que eram cortados”, lembra, citando a gíria usada pelos atletas para apontar os candidatos a serem cortados antes dos jogos.

Comparando Leão com Muricy Ramalho, Souza observa que o atual treinador é menos sisudo. “O Leão é mais fechado, ri sem abrir a boca”, diz. “Na época dele eu tinha de matar uns quatro leões por dia, mas a paciência foi a chave do negócio”, continuou.

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