Cortado da seleção brasileira na véspera da Copa de 2002, por ter fraturado o braço quando atuava como goleiro num rachão no reconhecimento do gramado para a estréia no Mundial, o volante Émerson tem motivos de sobra para comemorar o início do seu segundo Mundial.
"Da última vez não foi fácil ficar fora da Copa daquele jeito, mas o importante é sempre pensar positivo na vida e eu consegui, estou aqui mais uma vez, insistente que eu sou. Agora a única preocupação é a ansiedade de fazer uma boa estréia e jogar para tentar outro título para o Brasil", disse o volante, que disputou a Copa de 1998 beneficiado pelo corte do atacante Romário.
Com a opção do técnico Carlos Alberto Parreira em adotar o quadrado mágico, Émerson terá que “carregar o piano” no meio-campo, ao lado de Zé Roberto, mas não se mostrou preocupado com a missão.
"Os outros jogadores do meio também têm a obrigação de marcar, a gente treinou isso exaustivamente nesse período de preparação e todo mundo sabe muito bem o que tem que fazer", explicou o camisa cinco, que virou ídolo no futebol italiano, atuando por Roma e Juventus.