Emerson Leão compara o futebol às novelas. Após a derrota para o Rio Preto, lanterna do Campeonato Paulista, mais coros e pichações de protesto, um desentendimento entre Domingos e Kléber Pereira, o técnico teme que ele e seu grupo percam respaldo da diretoria com um tropeço contra o Guarani, às 20h30 desta quinta-feira, na Vila Belmiro.
“Ou ganhamos e ficamos bem, ou perdemos e ficamos mal. Temos que estar acostumados com isso. É como novela: se estiver boa, estica; se estiver ruim, mata (os personagens) e termina. Se o ibope está fraco, paciência”, lamentou Leão, que ganhou apoio na visita do presidente Marcelo Teixeira ao CT Rei Pelé na terça-feira.
Apesar da confiança do cartola, já há quem diga que será difícil evitar um último capítulo da terceira passagem de Leão pelo Santos com uma derrota para o Guarani. O clube do litoral chegou à décima rodada do Paulistão no antepenúltimo lugar, com apenas 8 pontos ganhos. Até o time de Campinas, também em crise, foi melhor, com dois pontos a mais e uma colocação à frente.
Mesmo com sua equipe na zona de rebaixamento, contudo, Leão acredita em uma reviravolta improvável na tabela de classificação. “Estamos a sete pontos do grupo dos quatro. Por que não poderíamos nos classificar? Já consegui isso outras vezes. Precisamos vencer”, disse o técnico. O problema é que triunfar se tornou tarefa difícil para o Santos em 2008.
Foram apenas duas vitórias em dez jogos disputados. Nos últimos deles, o Santos abusou dos gols desperdiçados, principalmente com Kléber Pereira. Motivo pelo qual Leão resolveu reforçar o seu ataque contra o Guarani. O técnico sacou um zagueiro da equipe titular e escalou trio de atacantes, com a entrada do argentino Mariano Trípodi.
Satisfeito com a oportunidade, o estrangeiro comemorou o bom relacionamento com Leão, com quem compatriotas seus tiveram problemas no passado, e disse que não teme estrear durante a crise do Santos. “É um momento difícil para o clube, mas o técnico confiou em mim. Estou muito contente para estar aqui. Vou fazer o meu melhor para ajudar o Santos nessa partida complicada, em que precisamos do resultado positivo”, comentou Trípodi.
O Guarani também precisa vencer, o que não consegue desde a sétima rodada. Para tanto, em meio à debandada de atletas, o técnico estreante Jair Picerni foi outro a resolver armar sua equipe mais à frente. Trocou o esquema tático 3-5-2 pelo tradicional 4-4-2, com Danilo Silva, que estava sendo improvisado na ala direita, e Xandão na defesa.
A dúvida de Picerni é o atacante Fábio Pinto, que sentiu dores no calcanhar durante a semana. Já Cris, cumprindo suspensão automática, dará lugar a Juliano. Com as escalações dos dois elencos praticamente definidas, resta saber quem fará os papéis de herói e vilão no capítulo de crise da décima rodada do Campeonato Paulista.
“Ou ganhamos e ficamos bem, ou perdemos e ficamos mal. Temos que estar acostumados com isso. É como novela: se estiver boa, estica; se estiver ruim, mata (os personagens) e termina. Se o ibope está fraco, paciência”, lamentou Leão, que ganhou apoio na visita do presidente Marcelo Teixeira ao CT Rei Pelé na terça-feira.
Apesar da confiança do cartola, já há quem diga que será difícil evitar um último capítulo da terceira passagem de Leão pelo Santos com uma derrota para o Guarani. O clube do litoral chegou à décima rodada do Paulistão no antepenúltimo lugar, com apenas 8 pontos ganhos. Até o time de Campinas, também em crise, foi melhor, com dois pontos a mais e uma colocação à frente.
Mesmo com sua equipe na zona de rebaixamento, contudo, Leão acredita em uma reviravolta improvável na tabela de classificação. “Estamos a sete pontos do grupo dos quatro. Por que não poderíamos nos classificar? Já consegui isso outras vezes. Precisamos vencer”, disse o técnico. O problema é que triunfar se tornou tarefa difícil para o Santos em 2008.
Foram apenas duas vitórias em dez jogos disputados. Nos últimos deles, o Santos abusou dos gols desperdiçados, principalmente com Kléber Pereira. Motivo pelo qual Leão resolveu reforçar o seu ataque contra o Guarani. O técnico sacou um zagueiro da equipe titular e escalou trio de atacantes, com a entrada do argentino Mariano Trípodi.
Satisfeito com a oportunidade, o estrangeiro comemorou o bom relacionamento com Leão, com quem compatriotas seus tiveram problemas no passado, e disse que não teme estrear durante a crise do Santos. “É um momento difícil para o clube, mas o técnico confiou em mim. Estou muito contente para estar aqui. Vou fazer o meu melhor para ajudar o Santos nessa partida complicada, em que precisamos do resultado positivo”, comentou Trípodi.
O Guarani também precisa vencer, o que não consegue desde a sétima rodada. Para tanto, em meio à debandada de atletas, o técnico estreante Jair Picerni foi outro a resolver armar sua equipe mais à frente. Trocou o esquema tático 3-5-2 pelo tradicional 4-4-2, com Danilo Silva, que estava sendo improvisado na ala direita, e Xandão na defesa.
A dúvida de Picerni é o atacante Fábio Pinto, que sentiu dores no calcanhar durante a semana. Já Cris, cumprindo suspensão automática, dará lugar a Juliano. Com as escalações dos dois elencos praticamente definidas, resta saber quem fará os papéis de herói e vilão no capítulo de crise da décima rodada do Campeonato Paulista.