
Renato Augusto reiterou diversas vezes que, mesmo atuando no futebol da China, seguirá torcendo pelo sucesso do Corinthians. Mas, por uma adaptação mais fácil ao Beijing Guoan e à cidade de Pequim, espera que Ralf o acompanhe até o outro lado do mundo.
“É um amigo pessoal que fiz aqui. Claro que ficaria feliz se ele fosse para o mesmo time que eu. Ele comentou que estava em negociação, não sei se fechou. Cabe a ele decidir o que é melhor. Ele e os representantes dele vão saber escolher”, comentou o meio-campista.
Os dirigentes do Beijing Guoan já dão como certa a chegada do cabeça de área, que está no Corinthians há seis anos. A direção alvinegra ainda não dá a transferência como sacramentada, porém já trabalha com a convicção de que o histórico camisa 5 não permanecerá.
Jadson foi outro que topou atuar na China, e Elias também tem a possibilidade de cruzar o planeta. Seja como for, já está desfeito o meio de campo responsável pela conquista do último Campeonato Brasileiro com três rodadas de antecedência e uma pontuação recorde.
“Não existe jogador insubstituível. Acharam que o Corinthians não era favorito porque o Paolo, o Sheik e o Fábio foram embora. E o time foi campeão brasileiro, talvez o título mais difícil do mundo”, recordou Renato, botando fé na luta pelo título da Copa Libertadores. “Pela força do time, da camisa, da torcida, não deixa de brigar, não.”