Cristiano Ronaldo é a maior esperança da seleção portuguesa para a Copa do Mundo e, por isso, ele já teme a cobrança excessiva que pode sofrer na África do Sul. Em um grupo complicado, ao lado de Brasil, Costa do Marfim e Coreia do Norte, ele não se vê em condições de assumir sozinho a responsabilidade pelos resultados. Precisará da ajuda dos companheiros.
“Eu não jogo sozinho e não faço milagres”, avisou o meia do Real Madrid, da Espanha. “Se o time jogar bem, acho que podemos ir tão longe quanto for possível. O grupo tem um grande espírito de equipe”, continuou o jogador, ao admitir que Portugal não aparece entre os favoritos à conquista do Mundial. Para chegar a tanto, seria necessário mais atletas do mesmo nível do craque português.
“Não é suficiente ter apenas dois ou três jogadores bons. Para uma equipe vencer a Copa do Mundo, você não precisa necessariamente de 11 (bons jogadores), mas sete ou oito em muito boa forma. É assim que se vence um Mundial”, opinou o jogador, que chegou nesta sexta-feira a Covilha, em Portugal, onde a seleção de Carlos Queiróz faz a preparação para a competição.