“O Corinthians precisa saber o que quer. O (advogado) Breno Tannuri foi até lá para tirá-lo da concentração”, revelou Orlando da Hora, em entrevista à Rádio Globo. O empresário desconfia que o Timão esteja usando Nilmar para ajudar a chapa da situação a vencer as eleições do conselho, marcada para este domingo, das 10h às 17h.
Ainda segundo Orlando da Hora, o advogado de Nilmar recebeu, na quarta-feira, um documento em que o Corinthians diz à Fifa não ter a intenção de permanecer com o atacante. No final de 2006, no entanto, a diretoria corintiana entrou com uma ação na Justiça comum e prorrogou o contrato do atleta até o dia 28 de dezembro de 2007.
“Não digo que ele não vá mais jogar no Corinthians, mas a diretoria precisa tomar uma decisão. Senão eles estão desrespeitando a Justiça, o jogador, o torcedor. Eles têm de decidir se querem o jogador ou não. O que não pode é eles usarem o Nilmar para impressionar nas eleições ou só por alguns jogos enquanto a Fifa não se manifesta”, reclamou Orlando da Hora.
Orlando da Hora também disse que cobrou uma posição da MSI. A parceria teria respondido que Nilmar não pertence ao Corinthians. O Corinthians/MSI havia prometido pagar mais oito milhões de euros para o Lyon para ficar com o atacante. O empresário também cobra luvas do Timão.
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