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Futebol

Prevendo jogo duro, Modesto avisa: "Camisa pesa, mas não define"

Arquivo Geral

25/04/2016 16h40

Podendo conquistar o bicampeonato paulista em seu triênio na dianteira do Santos, Modesto Roma Júnior não escondeu a satisfação por ver o Peixe na final do Estadual pela oitava vez seguida.

Porém, disse ter conhecimento da capacidade do Audax – time que alcançou a final inédita em seu terceiro ano de disputa -, demonstrada ao longo da competição, e garantiu que a tradição estadual dos atuais campeões não será um fator decisivo.

“Camisa pesa, entra em campo, pesa para o jogador, inclusive. Mas não decide. A torcida ajuda, empurra”, disse, comentando sobre a definição conjunta das sedes. “Nós conversamos ontem à noite. Falei com o Vampeta e nós achamos que tínhamos que prestigiar Osasco e Santos. Havia um consenso de que isso seria o melhor”, seguiu, em coletiva durante o Conselho Técnico.

Perguntado sobre a preferência por um rival nas finais de 1 e 8 de maio, o presidente santista não encarou como um alívio o fato de o Corinthians, atual campeão brasileiro, e que perdeu do Audax nos pênaltis, ter ficado pelo meio do caminho.

“Não tem alívio nenhum, pelo contrário. O Audax joga um futebol diferente, inovador, tem uma base formada há pelo menos três anos. É um time difícil, chato de se jogar”, ponderou. “Não tem jogo fácil no Campeonato Paulista”, sacramentou, pontuando que o Audax, entre os “grandes”, só perdeu para Santos e Corinthians na primeira fase, vencendo São Paulo e Palmeiras dentro de casa.

Para exemplificar a qualidade dos adversários de Osasco (SP), Modesto Roma lembrou o confronto realizado na última rodada da primeira fase, em que o Santos levou a melhor de virada, em jogo disputado na Vila Belmiro. “Nosso jogo contra eles foi 2 a 1 na Vila e eles começaram ganhando, foi muito duro, muito difícil. E não espero algo diferente agora”, recordou.

Presente na final do Estadual de forma consecutiva desde 2009, quando perdeu para o Corinthians, o Peixe levou a melhor em 2010 – contra o Santo André -, em 2011 – contra o Corinthians -, em 2012 – contra o Guarani – e em 2015, diante do Palmeiras. As derrotas foram três: duas para o Timão, em 2009 e 2013, e uma para o Ituano, em 2014.

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