A Polícia Civil de Santa Catarina prendeu, nesta manhã de terça-feira, Juliano Marinho de França, segundo suspeito de envolvimento na explosão de uma bomba durante o jogo contra o Avaí, no Estádio Heriberto Hülse, em Criciúma. A bomba atingiu a mão do torcedor Ivo Costa, do Criciúma, que precisou ter o órgão amputado.
O suspeito, de 22 anos, é soldado. Na sexta-feira, ele completará três anos de serviço militar e, por isso, já tinha marcada sua saída do Exército. Até sexta, Juliano ficará detido no quartel em Florianópolis, e depois será transferido para o Presídio Santa Augusta, em Criciúma, segundo informou o delegado do caso, André Milanese.
Segundo o delegado, Juliano teria arremessado a bomba que atingiu o torcedor Ivo Costa. Ele foi identificado através de depoimentos de outros torcedores da Mancha Azul, a torcida organizada do Avaí, diz Milanese. Detido nesta manhã em Florianópolis, onde mora, o soldado nega envolvimento no caso. Mesmo assim, ele ficará detido por 30 dias, destaca o delegado.
A polícia investiga ainda o envolvimento de mais uma pessoa no caso. “Estamos atrás de quem levou a bomba de Florianópolis para Criciúma”, destacou Milanese. Outro suspeito, que confessou ter levado a bomba para dentro do estádio do Criciúma, já havia sido preso nesta terça-feira. Integrante da torcida Mancha Azul, o primeiro detido também tem 22 anos e teria entrado no estádio com dois artefatos. Seu nome, no entanto, não foi revelado pela polícia.
O suspeito, de 22 anos, é soldado. Na sexta-feira, ele completará três anos de serviço militar e, por isso, já tinha marcada sua saída do Exército. Até sexta, Juliano ficará detido no quartel em Florianópolis, e depois será transferido para o Presídio Santa Augusta, em Criciúma, segundo informou o delegado do caso, André Milanese.
Segundo o delegado, Juliano teria arremessado a bomba que atingiu o torcedor Ivo Costa. Ele foi identificado através de depoimentos de outros torcedores da Mancha Azul, a torcida organizada do Avaí, diz Milanese. Detido nesta manhã em Florianópolis, onde mora, o soldado nega envolvimento no caso. Mesmo assim, ele ficará detido por 30 dias, destaca o delegado.
A polícia investiga ainda o envolvimento de mais uma pessoa no caso. “Estamos atrás de quem levou a bomba de Florianópolis para Criciúma”, destacou Milanese. Outro suspeito, que confessou ter levado a bomba para dentro do estádio do Criciúma, já havia sido preso nesta terça-feira. Integrante da torcida Mancha Azul, o primeiro detido também tem 22 anos e teria entrado no estádio com dois artefatos. Seu nome, no entanto, não foi revelado pela polícia.