Passada a discussão sobre qual é a melhor seleção do futebol brasileiro, a de Pelé, em 1970, ou a de Ronaldo, em 2006, o Rei do Futebol veio a público declarar seu apoio ao Fenômeno. O atacante já sofreu com bolhas no pé, teve sua forma física questionada até por Lula, retrucou lembrando do suposto gosto do presidente pela bebida, foi pífio no jogo contra a Croácia e, agora, reclamou de tontura, enjôo e dor de cabeça.
“É o momento de todo mundo estar ao seu lado, dando apoio. Ele já vinha tendo problemas no Real Madrid e agora aconteceu isso”, solidarizou-se Pelé, em entrevista concedida à emissora alemã ZDF.
Mesmo com tantos problemas, Ronaldo está garantido no time titular do Brasil que enfrenta a Austrália, neste domingo, pela segunda rodada do grupo F da Copa do Mundo. Pelé deu a entender que o banco de reservas faria bem ao Fenômeno. “Um pouco de tempo pode resolver tudo. O Ronaldo precisa descansar uma semana pelo menos, para que a seleção possa contar com ele melhor ainda nesta Copa”, comentou.
Mas o Rei do Futebol é contrário ao afastamento permanente de Ronaldo. “O Brasil precisa dele pela qualidade que tem e pela experiência que conquistou”, reconheceu Pelé, para quem todo ataque canarinho foi mal contra a Croácia.