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Futebol

Pegadinha do malandro: clubes são feitos de Mané

Arquivo Geral

16/03/2016 7h00

Roberto Wagner

roberto.wagner@jornaldebrasilia.com.br

“Agora vamos ter que ligar para os jogadores e mandá-los para casa. Não tem o que fazer.” A resignação é do gerente de futebol do Luziânia, Rodrigo Lima, ao tomar nota de mais uma desorganização do futebol de Brasília. 

Hoje, às 15h, o Luziânia jogaria contra o Brasília no Estádio Mané Garrincha, em duelo válido pela 8ª rodada do Campeonato Candango. Por volta das 19h de ontem, no entanto, ambos os clubes foram informados pela Secretaria de Turismo, responsável pelo Mané, de que o gramado passa por manutenção e está vetado até o dia 30, quando Flamengo e Vasco fazem clássico do Campeonato Carioca.

O jogo foi adiado para a próxima quarta-feira e transferido para o Abadião, em Ceilândia. “Gastamos R$ 1.200 com hospedagem dos atletas e mais de R$ 2.000 com alimentação. É uma despesa alta. Todo mundo fica desanimado”, reforçou Rodrigo.

Repeteco

Em janeiro, o Brasília já havia passado por esse problema. Na ocasião, o Colorado tinha tudo pronto para estrear no Candangão no Mané, mas foi surpreendido pela informação de que o gramado passaria por manutenção. “É de pasmar. O Mané serve para campeonatos indígenas, encontro do MST, mas não está pronto para jogar futebol”, criticou Luis Felipe Belmonte, presidente do Brasília, na ocasião.

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