Menu
Futebol

Para escrever nova história

Arquivo Geral

28/06/2013 9h00

São poucos os duelos marcantes entre Brasil e Espanha na história do futebol mundial. Em contrapartida, não existia confronto mais aguardado na atualidade do que o que ficou definido para a final da Copa das Confederações, domingo, às 19h, no gigante Maracanã. 

 

Considerado o país do esporte bretão, o Brasil pode até ter despencado no ranking da Fifa – atualmente é o 22º –, mas segue respeitado e venerado mundialmente. A Espanha, por sua vez, carrega o status de atual campeã mundial, vencedora da Eurocopa e dona do “melhor futebol de hoje em dia”. 

 

A última vez que se enfrentaram, o resultado não empolgou. Quando pisarem no gramado do Maracanã no domingo, as seleções estarão repetindo o gesto que fizeram pela última vez há 14 anos. O último encontro ocorreu em 13 de novembro de 1999, na cidade espanhola de Vigo: 0 x 0.

 

No pequeno retrospecto, o Brasil leva ligeira vantagem. Em oito confrontos, foram quatro vitórias tupiniquins – incluindo a maior goleada entre as equipes, o 6 x 1 em 13 de julho de 1950, no Maracanã –, contra duas dos espanhóis. 

 

O primeiro embate, no entanto, teve como vencedor o país europeu. Em Génova, na Itália, a Fúria bateu o Brasil por 3 x 1.

 

O empate por 0 x 0 persistiu em duas oportunidades: um na Copa de 1978 e o outro em Vigo.

 

Ofensivo

Estes resultados, porém, não irão agradar caso se repita no próximo domingo. Ciente disso, os técnicos devem abrir mão de defesas mais sólidas para tentar o gol do título. Ataque para isso não falta. Enquanto a Espanha conta com o artilheiro da competição, Fernando Torres, o Brasil ostenta Neymar e Fred.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado