“Ficou bem, né?” Foi assim que Régis reagiu ao vestir a camisa 30 recebida das mãos do vice-presidente Antonino Jesse Ribeiro durante sua apresentação nesta sexta-feira, na concentração do time em Itu. O meia de 23 anos, emprestado pelo Sport até o final da temporada, é palmeirense desde quando era criança e já gerou alegria nos parentes.
“Meu time de infância é o Palmeiras, sou palmeirense desde pequeno. A minha família toda é palmeirense e está contente. Espero corresponder à altura. Sei a cobrança e vou procurar fazer o que pedi para conquistar essa torcida gigante e apaixonada”, declarou o jogador, revelado pelo São Paulo, mas ressaltando a grandeza da nova equipe.
“O Palmeiras, hoje em dia, é o maior clube do Brasil por ter ganhado a Copa do Brasil e contar com esse elenco e essa estrutura. Com o que nos oferecem, podemos trabalhar tranquilamente, sem preocupação. E o Marcelo Oliveira é campeão brasileiro e da Copa do Brasil. Estou muito feliz por trabalhar com esses profissionais”, declarou.
A ambição de Régis é grande. Como outros reforços apresentados, o meia fala em título mundial. “É a primeira Libertadores que vou disputar. Tenho certeza de que, com o grupo que temos e todo o respaldo do Palmeiras, vamos em busca do título. E, em dezembro, disputar o Mundial”, definiu.
A primeira meta de Régis, contudo, é bem menos ousada, e particular. O jogador disputa posição com os titulares Dudu e Robinho na armação e ainda tem a concorrência de Cleiton Xavier e do também recém-contratado Moisés – fora Fellype Gabriel, que está machucado e acabou até cedendo a camisa 30 a Régis.
“Estou muito feliz e motivado por estar vestindo a camisa do Palmeiras. Será uma disputa difícil, mas estou preparado para fazer um bom trabalho e ajudar meus companheiros. Minha característica é servir os companheiros, mas finalizo quando tenho oportunidade. Vou jogar onde o professor me colocar, só quero jogar”, comentou.