Depois de todas as confusões em torno da seleção do Togo antes e durante a Copa do Mundo da Alemanha, a Federação Togolesa de Futebol tomou uma decisão no mínimo inesperada. Ela renovou por mais dois anos o contrato do técnico alemão Otto Pfister, e ele comandará o time nacional do país até a Copa Africana de Seleções de 2008.
Pfister foi um dos pivôs dos problemas enfrentados pela seleção do Togo em território alemão. Depois de não conseguir resolver a discussão entre os jogadores e a federação sobre o prêmio pela disputa da Copa, ele simplesmente abandonou a concentração do time e disse estava deixando o cargo, a dois dias na estréia no Mundial.
Depois de os mandatários do futebol togolês já terem conseguido achar outro técnico para comandar o time, Otto Pfister desistiu da idéia de abandonar o time e voltou ao cargo, a apenas algumas horas do primeiro jogo que o time faria em Copa do Mundo, contra a Coréia do Sul, no dia 13 de junho.
Estreantes em mundiais, os africanos fizeram uma campanha ruim na Alemanha. Foram três derrotas nos três únicos jogos do time, ainda na primeira fase, e a eliminação precoce do torneio.