A relação entre a seleção togolesa e o técnico Otto Pfister continua estremecida. Desta vez, o comandante declarou que pretende acionar a Fifa para que haja uma punição sobre as declarações dadas pelo secretário-geral da Federação Togolesa, Essohan Comla. Na ocasião, o cartola declarou que Pfister era alcoólatra.
"É ridículo me chamarem de alcoólatra. Eu não tomo uma gota de álcool", respondeu o técnico, que abandonou a concentração dias antes da estréia no Mundial. No final, porém, Pfister voltou atrás e dirigiu Togo contra a Coréia do Sul, em jogo que terminou 2 x 1 para os asiáticos.
A partida de estréia, aliás, também teve um momento inusitado, que gerou polêmica entre os dirigentes. Na hora do hino togolês, os organizadores da Copa do Mundo erraram a execução, trocando-o pelo coreano, tocado minutos antes.
Diante disso, a embaixada de Togo deve pedir que a Fifa se retrate por escrito sobre o caso. "É algo que aconteceu diante dos olhos do mundo inteiro", explicou Comla.