Eles só se encontrarão cara a cara hoje apenas em uma oportunidade, quando o árbitro holandês Bjorn Kuipers, pouco antes das 19h, fizer o sorteio indicando onde cada seleção começará jogando e se cumprimentarão, após o ato. Ambos têm histórico e anos de experiência diferentes. Entretanto, os capitães Thiago Silva, do Brasil, e Iker Casillas, da Espanha, têm o mesmo inituito: dar a volta olímpica, em um Maracanã remodelado e lotado.
No Fluminense, Thiago Silva recebeu o apelido de Monstro, por conta de sua entrega e pelo fato de ‘ganhar todas as divididas’, seja pelo alto ou por baixo. O jogador saiu das Laranjeiras, se destacou no Milan, e recebeu a braçadeira de capitão do Paris Saint-Germain que não levantava a taça desde 1994. Justamente naquele dia, o capitão de Felipão ergueu a taça pela primeira vez, como dono de uma equipe, dentro das quatro linhas.
Do outro lado, está o experiente Iker Casillas, que aos 32 anos, foi eleito melhor goleiro do planeta por cinco vezes seguidas no início desta temporada.
Na seleção espanhola, Casillas, como capitão, deu a volta olímpica na Copa do Mundo de 2010 e na Eurocopa de 2002. No Real Madrid, tirando o período do potuguês José Mourinho no comando, o arqueiro levou taças importantes, como torneios locais e a Copa do Rei.
Agora é com você!
Casillas já ganhou tudo como capitão pela seleção espanhola? Não. Só falta uma conquista: a Copa das Conderações. Entretanto, Thiago Silva, há pouco tempo escolhido como dono da faixa do escrete canarinho, jamais levantou uma taça com a camisa amarela, e não quer deixar passar de hoje o dia em que dará a volta olímpica, representando alegria não só à torcida do PSG, do Fluminense nem mesmo do Milan. E, sim, a uma carente exigente nação de 196,7 milhões.
Para isso, ele conta com a inspiração de Neymar, do goleiro Julio Cesar e com o faro de matador do artilheiro Fred.